24 Prelúdios Chopinianos XIII-XVIII
Marca: Doberman-Yppan
Cód: 00014DOYP
Nº de Páginas: 18
ISBN: 9782897963538
Idioma: Francês, Português
Enviamos para todo Brasil e Exterior
Quantidade
Mais que uma transcrição do 24 Prelúdios de Chopin, nesta coleção, o grande violonista brasileiro Sérgio Assad os " reescreve " espelhando a essência e o fluxo de cada prelúdio, focando nos aspectos emocionais e estruturais da música.
Neste terceiro volume:
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 13. Prelude XIII in Gb major
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 14. Prelude XIV in Eb minor
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 15. Prelude XV in Db major
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 16. Prelude XVI in Bb minor
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 17. Prelude XVII in Ab major
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 18. Prelude XVIII in F minor
Palavras de Sérgio Assad sobre a obra:
A influência da música de Frédéric Chopin na música brasileira remonta ao século XIX. Mesmo em sua época, as composições de Chopin começaram a moldar o estilo pianístico de Ernesto Nazareth, frequentemente considerado o pai da música brasileira. Já no século XX, outros compositores também se inspiraram nas belas melodias de Chopin. Um exemplo notável é a canção "Insensatez" (Quão Insensível), de Tom Jobim, que utiliza o Prelúdio nº 4, Op. 28, de Chopin como estrutura principal.
Aliás, o Prelúdio nº 4 foi provavelmente a primeira peça de Chopin que ouvi quando criança. Ao longo da minha vida, fui me familiarizando com sua música, em especial com os prelúdios. Essas peças foram — e continuam sendo — reinterpretadas por pianistas do mundo todo.
Quando me ocorreu a ideia de criar uma espécie de "espelho" para os prelúdios de Chopin, eu sabia que seria um desafio. O violão não possui as expansivas possibilidades harmônicas e dinâmicas do piano. Além disso, os 24 Prelúdios de Chopin, Op. 28, foram compostos utilizando todas as tonalidades maiores e menores possíveis, seguindo um padrão de alternância de tonalidades relativas. Na composição para violão, as tonalidades são frequentemente limitadas àquelas mais ressonantes com as cordas soltas, pois isso realça a sonoridade natural do instrumento.
Diante desses desafios, estudei cuidadosamente as partituras originais de Chopin. Compreendi desde o início que minha tarefa não era transcrever, mas sim espelhar a essência e o fluxo de cada prelúdio, focando nos aspectos emocionais e estruturais da música.
Cada prelúdio exige uma abordagem diferente, guiada pela intuição. Como resultado, as peças que criei não soam como meras cópias, mas sim como obras que se inspiram nos prelúdios de Chopin como modelos distantes. Também busquei respeitar as tonalidades originais e, desde o princípio, optei por manter a afinação padrão do violão. Somente perto do final do ciclo me permiti a liberdade de reafinar o violão, usando uma sexta corda afinada em Fá para uma peça e em Ré para o prelúdio final.
O prelúdio mais desafiador de adaptar foi o Prelúdio nº 16, originalmente em Si bemol menor, com suas passagens virtuosas e extremamente rápidas. Para esta peça, recorri a técnicas criativas, incluindo o uso de um capotraste, para espelhar a tonalidade original e preservar seu espírito.
Este projeto foi realizado sem pretensão, mas com grande cuidado, dedicação e profunda admiração por um dos maiores compositores da história da música. Os Prelúdios de Chopin, Op. 28, permanecem uma obra-prima atemporal, e este trabalho se apresenta como uma homenagem pessoal ao seu gênio
Neste terceiro volume:
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 13. Prelude XIII in Gb major
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 14. Prelude XIV in Eb minor
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 15. Prelude XV in Db major
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 16. Prelude XVI in Bb minor
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 17. Prelude XVII in Ab major
24 Preludios Chopinianos XIII-XVIII: 18. Prelude XVIII in F minor
Palavras de Sérgio Assad sobre a obra:
A influência da música de Frédéric Chopin na música brasileira remonta ao século XIX. Mesmo em sua época, as composições de Chopin começaram a moldar o estilo pianístico de Ernesto Nazareth, frequentemente considerado o pai da música brasileira. Já no século XX, outros compositores também se inspiraram nas belas melodias de Chopin. Um exemplo notável é a canção "Insensatez" (Quão Insensível), de Tom Jobim, que utiliza o Prelúdio nº 4, Op. 28, de Chopin como estrutura principal.
Aliás, o Prelúdio nº 4 foi provavelmente a primeira peça de Chopin que ouvi quando criança. Ao longo da minha vida, fui me familiarizando com sua música, em especial com os prelúdios. Essas peças foram — e continuam sendo — reinterpretadas por pianistas do mundo todo.
Quando me ocorreu a ideia de criar uma espécie de "espelho" para os prelúdios de Chopin, eu sabia que seria um desafio. O violão não possui as expansivas possibilidades harmônicas e dinâmicas do piano. Além disso, os 24 Prelúdios de Chopin, Op. 28, foram compostos utilizando todas as tonalidades maiores e menores possíveis, seguindo um padrão de alternância de tonalidades relativas. Na composição para violão, as tonalidades são frequentemente limitadas àquelas mais ressonantes com as cordas soltas, pois isso realça a sonoridade natural do instrumento.
Diante desses desafios, estudei cuidadosamente as partituras originais de Chopin. Compreendi desde o início que minha tarefa não era transcrever, mas sim espelhar a essência e o fluxo de cada prelúdio, focando nos aspectos emocionais e estruturais da música.
Cada prelúdio exige uma abordagem diferente, guiada pela intuição. Como resultado, as peças que criei não soam como meras cópias, mas sim como obras que se inspiram nos prelúdios de Chopin como modelos distantes. Também busquei respeitar as tonalidades originais e, desde o princípio, optei por manter a afinação padrão do violão. Somente perto do final do ciclo me permiti a liberdade de reafinar o violão, usando uma sexta corda afinada em Fá para uma peça e em Ré para o prelúdio final.
O prelúdio mais desafiador de adaptar foi o Prelúdio nº 16, originalmente em Si bemol menor, com suas passagens virtuosas e extremamente rápidas. Para esta peça, recorri a técnicas criativas, incluindo o uso de um capotraste, para espelhar a tonalidade original e preservar seu espírito.
Este projeto foi realizado sem pretensão, mas com grande cuidado, dedicação e profunda admiração por um dos maiores compositores da história da música. Os Prelúdios de Chopin, Op. 28, permanecem uma obra-prima atemporal, e este trabalho se apresenta como uma homenagem pessoal ao seu gênio
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