Música e Universidade Na Cidade de São Paulo
Marca: Unesp
Cód: M047189P
Nº de Páginas: 258
ISBN: 9788539301911
Idioma: português
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Se tivesse vivido um pouco mais, Noel Rosa, que morreu aos 27 anos, em 1937, teria de concordar: samba se aprende sim no colégio. E mais ainda na universidade, em especial na metrópole paulista, onde, de forma peculiar, existem músicos, sambistas e cancionistas que atuam também como professores e pesquisadores universitários e são reconhecidos nas duas áreas, em alguns casos inclusive internacionalmente.
Por meio das histórias de vida de Paulo Vanzolini, Arrigo Barnabé, Luiz Tatit, José Miguel Wisnik e Arthur Nestroviski a autora Sonia Alem Marrach reconstróinesta obra que será lançada dia 6 com apresentação musical de três desses artistas parte da história da música criada em São Paulo, enfatizando sua relação com a universidade.
O livro enfoca o período que se estende do século XX até os dias atuais, mas introduz o leitor no tema usando referências anteriores, como a abertura da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em 1827. A faculdade tornou-se núcleo da incipiente vida cultural da então pequena e provinciana cidade em que o estudante assumia também os papéis de poeta, orador, jornalista, boêmio, músico.
O cientista e professor do Museu de Zoologia Paulo Vanzolini foi capturado pela a música ao participar da Caravana Acadêmica da Faculdade de Direito nos anos 1940. Arrigo Barnabé, principal expoente da Vanguarda Paulista, professor do Instituto Tom Jobim e da Unicamp, entregou-se à música quando era aluno da FAU-USP, na década de 1970. No mesmo período, Luiz Tatit, que pesquisa a semiótica da canção e leciona na Faculdade de Letras da USP, estudou Música e Letras, assim como, nos anos, 1960, José Miguel Wisnik, que é professor de Teoria Literária na USP. Na década de 1980, Arthur Nestroviski abandonou o curso de Medicina para se dedicar à Música e à Literatura ele foi professor da PUC-SP e crítico musical da Folha de S. Paulo e atualmente é diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). De Sonia Alem Marrach. Ed. Unesp. 258 Pág.
Por meio das histórias de vida de Paulo Vanzolini, Arrigo Barnabé, Luiz Tatit, José Miguel Wisnik e Arthur Nestroviski a autora Sonia Alem Marrach reconstróinesta obra que será lançada dia 6 com apresentação musical de três desses artistas parte da história da música criada em São Paulo, enfatizando sua relação com a universidade.
O livro enfoca o período que se estende do século XX até os dias atuais, mas introduz o leitor no tema usando referências anteriores, como a abertura da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em 1827. A faculdade tornou-se núcleo da incipiente vida cultural da então pequena e provinciana cidade em que o estudante assumia também os papéis de poeta, orador, jornalista, boêmio, músico.
O cientista e professor do Museu de Zoologia Paulo Vanzolini foi capturado pela a música ao participar da Caravana Acadêmica da Faculdade de Direito nos anos 1940. Arrigo Barnabé, principal expoente da Vanguarda Paulista, professor do Instituto Tom Jobim e da Unicamp, entregou-se à música quando era aluno da FAU-USP, na década de 1970. No mesmo período, Luiz Tatit, que pesquisa a semiótica da canção e leciona na Faculdade de Letras da USP, estudou Música e Letras, assim como, nos anos, 1960, José Miguel Wisnik, que é professor de Teoria Literária na USP. Na década de 1980, Arthur Nestroviski abandonou o curso de Medicina para se dedicar à Música e à Literatura ele foi professor da PUC-SP e crítico musical da Folha de S. Paulo e atualmente é diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). De Sonia Alem Marrach. Ed. Unesp. 258 Pág.
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