Já raiou a Liberdade: D. Pedro I compositor e a música de seu tempo
Marca: Editora Capivara
Cód: J001914P
Nº de Páginas: 222
ISBN: 9786599408229
Idioma: Português
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A vida de Dom Pedro I ganha uma nova abordagem em livro sobre a trajetória musical do Imperador, autor do Hino da Independência. Músico talentoso, praticante de diversos instrumentos musicais, compositor, raras são as referências às atividades musicais de D. Pedro I.
Esta publicação é fruto de quatro anos de pesquisas sobre o músico D. Pedro I em bibliotecas do Brasil, Portugal, França e Áustria. A autora, a musicista Rosana Lanzelotte, também partiu do resgate das obras musicais do Imperador para elucidar outros aspectos pouco explorados de sua biografia, como o viés constitucionalista. Em um tempo em que o absolutismo predominava e vivendo em uma família igualmente absolutista, D. Pedro foi divergente: convocou a primeira Assembleia, responsável pelas bases da que veio a ser a Constituição outorgada pelo Imperador, em 1824, e que se tornou a mais longeva Constituição do Brasil, vigente durante 65 anos.
A música aproximou D. Pedro de D. Leopoldina, grande pianista, mas também dos afro descendentes, com quem costumava tocar. Abolicionista, o Imperador dirigia com frequência a orquestra de escravizados da Fazenda de Santa Cruz, a quem tratava com deferência.
O livro é abundantemente ilustrado e exibe raras partituras de D. Pedro e de seus contemporâneos. A produção musical do Imperador não é extensa, mas significativa e, pela motivação das obras, mostra que ele empregou o talento na valorização da nova nação brasileira, obra de Rosana Lanzelotte, 222 páginas. Editora Capivara
Esta publicação é fruto de quatro anos de pesquisas sobre o músico D. Pedro I em bibliotecas do Brasil, Portugal, França e Áustria. A autora, a musicista Rosana Lanzelotte, também partiu do resgate das obras musicais do Imperador para elucidar outros aspectos pouco explorados de sua biografia, como o viés constitucionalista. Em um tempo em que o absolutismo predominava e vivendo em uma família igualmente absolutista, D. Pedro foi divergente: convocou a primeira Assembleia, responsável pelas bases da que veio a ser a Constituição outorgada pelo Imperador, em 1824, e que se tornou a mais longeva Constituição do Brasil, vigente durante 65 anos.
A música aproximou D. Pedro de D. Leopoldina, grande pianista, mas também dos afro descendentes, com quem costumava tocar. Abolicionista, o Imperador dirigia com frequência a orquestra de escravizados da Fazenda de Santa Cruz, a quem tratava com deferência.
O livro é abundantemente ilustrado e exibe raras partituras de D. Pedro e de seus contemporâneos. A produção musical do Imperador não é extensa, mas significativa e, pela motivação das obras, mostra que ele empregou o talento na valorização da nova nação brasileira, obra de Rosana Lanzelotte, 222 páginas. Editora Capivara
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