Da Inconfidência à seresta: música mineira para violão, vol.01
Marca: Legato
Cód: 00160LEGP
Nº de Páginas: 44
ISBN: 9786501438405
Idioma: Português
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Música mineira para violão arranjos e transcrição de Celso Faria.
livro de partituras Da Inconfidência à seresta: música mineira para violão, vol 1. São transcrições de de Celso Faria a partir de obras para canto e piano. Os compositores são um tanto esquecidos: Mário Penaforte (1876-1928), João Francisco da Matta (1832-1909), Gabriel Fernandes da Trindade (1799-1854), Francisco M. do Valle (1869-1906) e Bernardo Guimarães (1825-1884). Este último é mais lembrado com o autor do livro Escrava Isaura. Mais uma rica parceira da editora Legato com Celso Faria.
As partituras
Marcha (anônimo)
No regaço da ventura (anônimo)
Melodia (Bernardo Guimarães)
Acaso são estes (anônimo)
Adagio (anônimo)
Dolorosa (Mário Penaforte)
Flores d’alma (João Francisco da Mata)
O cego de amor (Bernardo Guimarães)
Erva mimosa do campo (Gabriel Fernandes da Trindade)
Graças aos céus (Gabriel Fernandes da Trindade)
Prelúdio (Francisco M. do Valle)
Mazurca sentimental (Francisco M. do Valle)
Na apresentação do livro, Harry Crowl escreve: “A importância e popularidade do violão no Brasil geraram abordagens sutis, mas diversificadas nas vá – rias regiões do país. Neste aspecto, a música criada em Minas desde o Séc. XVIII sempre caminhou de uma forma clandestina pelo repertório do instrumento. As modinhas cantadas nos saraus eram acompanhadas muitas vezes por violas de arame, assim como esses instrumentos ainda um tanto rústicos, além das gui – tarras barrocas, eram também frequentemente usados na realização de baixos contínuos na música religiosa.”
livro de partituras Da Inconfidência à seresta: música mineira para violão, vol 1. São transcrições de de Celso Faria a partir de obras para canto e piano. Os compositores são um tanto esquecidos: Mário Penaforte (1876-1928), João Francisco da Matta (1832-1909), Gabriel Fernandes da Trindade (1799-1854), Francisco M. do Valle (1869-1906) e Bernardo Guimarães (1825-1884). Este último é mais lembrado com o autor do livro Escrava Isaura. Mais uma rica parceira da editora Legato com Celso Faria.
As partituras
Marcha (anônimo)
No regaço da ventura (anônimo)
Melodia (Bernardo Guimarães)
Acaso são estes (anônimo)
Adagio (anônimo)
Dolorosa (Mário Penaforte)
Flores d’alma (João Francisco da Mata)
O cego de amor (Bernardo Guimarães)
Erva mimosa do campo (Gabriel Fernandes da Trindade)
Graças aos céus (Gabriel Fernandes da Trindade)
Prelúdio (Francisco M. do Valle)
Mazurca sentimental (Francisco M. do Valle)
Na apresentação do livro, Harry Crowl escreve: “A importância e popularidade do violão no Brasil geraram abordagens sutis, mas diversificadas nas vá – rias regiões do país. Neste aspecto, a música criada em Minas desde o Séc. XVIII sempre caminhou de uma forma clandestina pelo repertório do instrumento. As modinhas cantadas nos saraus eram acompanhadas muitas vezes por violas de arame, assim como esses instrumentos ainda um tanto rústicos, além das gui – tarras barrocas, eram também frequentemente usados na realização de baixos contínuos na música religiosa.”
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